Crônicas

Crônicas

A expansão do seu poder sobre si e sobre o mundo

Aquela garotinha da foto ainda é você! Aquela criança engraçadinha, cheia de medo e alegria fácil, apesar da inocência perdida com o passar dos anos, ainda é você! Ainda sou eu e ela só quer ser amada, mas não a qualquer custo. Das muitas coisas lidas em 2021 e que trago para a vida prática em 2022, essa foi das mais marcantes e me veio através de uma mulher, uma das filósofas contemporâneas de que mais gosto: Jéssica Miranda, uma jovem mulher que parece ter nascido com 100 anos.

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CrônicasVivendo na Polônia

O brilhantismo de Rebeca me faz querer dialogar

Ter senso crítico e consciência social não deve ser confundido com a incapacidade de se alegrar e de ser otimista. Refutar o otimismo, a alegria de viver, a esperança é dar espaço para ações e sentimentos paralisantes, prato cheio para o negacionismo, a ignorância e a falta de sensibilidade empática. Tem gente lutando contra qualquer responsabilidade na busca de diálogo.

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Crônicas

A retomada

Sabia que existem 305 povos indígenas hoje no Brasil? Ao todo são 274 línguas diferentes sendo faladas além do português. E ainda existem 114 povos indígenas isolados e de recente contato. Esse é nosso enorme país, um lugar de muitos. E fato do qual não podemos fugir jamais é do nosso triste passado. Nesse país continental aconteceu um grave genocídio indígena desde que foi invadido pelos portugueses. Genocídio e etnocídio (genocídio cultural) que perduram até os dias de hoje.

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Crônicas

Fuja do limbo da banalidade e adentre o universo indígena

A mea culpa está em alta, então venho aqui fazer a minha, já que estamos no Abril indígena, mês em que se comemora os 16 anos de homologação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Nem sempre eu estive apoiando as causas indígena, por pura imaturidade, falta de informação, por simplesmente repetir discursos prontos e não ouvir o outro lado, o lado do indígena roraimense. Por pura ignorância mesmo, deixando de lado os eufemismos. Mas o que comecei a desmistificar há 10 anos, durante as aulas da minha primeira especialização com o professor Devair Fiorotti (in memorian), ainda vejo ser tristemente repetido hoje, mesmo com tanto acesso à informação.  

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